quarta-feira, fevereiro 21, 2007

A saga continua...


Mais quatro páginas do nosso herói barbudo tentando a vida na industria pornô.

Acompanhem a saga do barbudo mais querido do Brasil no mundo pornô clicando aqui!

domingo, fevereiro 11, 2007

Brusco Night


Estou iniciando em meu site a história conhecida por Brusco Night, que faz alusão ao nome do filme de Paul Thomas Anderson, Boogie Nights. Mas a razão do nome é pelo seguinte fato de Brusco, assim como o protagonista do filme, também se transformar num ator-pornô. Sempre quis retratar o pornô nacional - que é muito hilário, diga-se de passagem - em minhas histórias; dou inicio então nesta história e pretendo sim, retratá-los muitas outras vezes.
Estou liberando a história de forma parcelada: quatro páginas por semana. Mas tranqüilizem seus coraçõezinhos, a história é beeeeeem comprida, e, modéstia à parte, divertidíssima. Páginas virão. Por ora divirtam-se com as quatros primeiras:
http://www.pliniohq.net/night1.htm

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Ainda que tardia...

Depois de quatro meses no ar resolvi dar uma segunda atualizada no meu site. A última vez que atualizei o Pliniohq.net eu ainda tinha barba e cabelo. O tempo passa... E quanto ao site nada de mudanças, continua a mesma merda, porém, com alguns quadrinhos a mais.
É isso!

domingo, fevereiro 04, 2007

Leiam na seqüência, suas mulas...

As três primeiras páginas desta história estão no post abaixo. Neste post está a continuação. É gente, temos de deixar tudo explicadinho nos mínimos detalhes pois existe burro pra tudo neste mundo.













Leiam na seqüência suas mulas!

História com começo, meio e fim, portanto leiam na seqüência! Fui claro?! Pra ficar mais claro ainda eu lembro que tem que clicar nas miniaturas para abrí-las.
Neste post estão as primeira, segunda e terceira páginas. No outro post, que está acima, estão as páginas quatro e cinco.
Entenderam ou eu compliquei demais? Reclamações no comentários, ein.















quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Angelo Agostini


Estou radiante de alegria. Acabo de receber do Senado (sim, aquele mesmo da Praça dos Três Poderes) o livro "As Aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros 1869-1883". O título tem a moral de conter as primeiras histórias em quadrinhos feitas em terras brasileiras, numa edição luxousa, toda reeditada e tratada digitalmente. Coisa fina, bem acabada. Sempre tive esse afã de poder ter este título em meu acervo quadrinístico. Já entrou como uma relíquia.

De humor fino, Angelo Agostini faz um retrato crítico de sua época (século XIV). Se você supor que nos já idos anos do século dezenove não existiam refêrencias de histórias em quadrinhos e cinema, a obra de Agostini surge como uma expressão bem avançada à sua época. Deste ponto em diante não posso comentar mais nada pois ainda nem li o diacho da edição. Só sei que babo ao vê-la, gozo de prazer ao sentir o cheiro de seu papel de luxo. Sou um colecionador em plena catarse no momento.

E quanto aos meus quadrinhos, perguntam alguns. Pois bem, tenho produzido normalmente... O porém é que, meu estilo, não é muito adapatado a esse ritmo "internético" de se fazer quadrinhos. Minhas histórias geralmente são curtas, de algumas poucas páginas e tal. Este é o meu andamento, meu tempo. Gostaria muito de ser como André Dahmer e outros cartunistas que são prolíficos em produzir tiras todo santo dia. Mas não sou, fazer o quê. Só sei que quero muito largar meu trampo e voltar a produzir quadrinhos como uma linha de produção. Um dia, quem sabe. Mas enquanto isso não acontece, um hail a Angelo Agostini e aos quadrinhos em geral.